Você fotografa. Quem aparece na foto recebe as fotos dela sozinho, enquanto a festa acontece — sem instalar app, sem cadastro, sem você separar nada.
Em produção, com fotógrafa real. Nesta fase do piloto, sem custo.
A festa acaba, e começa o segundo trabalho — o que ninguém te paga para fazer.
Descarregar o cartão. Escolher. Tratar. Separar quem é quem. Subir. Mandar link. Responder “achou uma minha?” por uma semana. A emoção que valia ouro na hora chega fria, três dias depois, num link que metade dos convidados nunca abre.
“Depois eu te mando.”
“Tá no link, procura lá.”
“Qual dessas 400 é você?”
Com o Fóton, essas três frases deixam de existir.
Não há equipamento novo, nem software para instalar, nem técnico no evento. Você usa a câmera que já é sua e o convidado usa o celular que já está na mão dele.
Um QR na mesa, no telão ou na sua tela. Abre no navegador — nada para instalar, nada para cadastrar. Ele tira uma selfie, uma vez só.
Sua câmera, seu jeito, seu olhar. As fotos sobem sozinhas, já com a sua marca d’água e o seu tratamento de cor aplicados.
O rosto na foto encontra a selfie e a foto aparece na galeria pessoal dele — que enche ao vivo, enquanto a festa acontece. Ele baixa e posta na hora.
É a meta que o produto persegue e mede em cada foto: menos de dez segundos entre você apertar o botão e a foto estar no celular de quem aparece nela. Não é “no dia seguinte”. É antes de a música mudar.
O mesmo motor, com a cara e as palavras de cada tipo de trabalho.
Casamento, aniversário, formatura, corporativo. Entrega durante a festa e sai do evento com o trabalho entregue — não com ele começando.
Um acervo permanente da casa. A cliente volta meses depois, tira uma selfie nova e reencontra o próprio histórico — antes e depois, sem procurar em pasta nenhuma.
Quando não há fotógrafo contratado e todo mundo é fotógrafo. Cada convidado manda o que fotografou, e cada um recebe as fotos em que aparece — venham da câmera de quem vierem.
O reconhecimento existe para entregar a foto a quem está nela — e para nada além disso.
“Não é maquete e não é apresentação. É o produto rodando, com uma fotógrafa de verdade, em eventos de verdade — e é assim que eu quero que você o conheça.”
Luiz — quem faz o Fóton
O que já funciona hoje: o convidado entra pelo QR, tira a selfie e recebe as fotos dele ao vivo; a marca d’água e o tratamento da fotógrafa entram sozinhos; a galeria permite baixar tudo de uma vez.
O que ainda estou construindo: a integração direta com cada modelo de câmera e o modo em que todos os convidados também fotografam. Prefiro te dizer isso agora do que te decepcionar no meio de um casamento.
Estou escolhendo poucas fotógrafas para rodar junto e ajustar o que for preciso. Nesta fase não se paga nada — o que eu quero é o seu evento real e a sua opinião sincera.
Resposta minha, no mesmo dia.